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17 de fev de 2010


Me fito ao espelho e vejo vários traços que se percorre, caminhando a traços atropelo uma lágrima, ela se desculpas, pois alguém a deixou cair sem a certa intenção, eu ajudo-a lentamente a voltar aos olhos para deixá-lo cintilantes, como eram antes, mas adiante me estranho com um semblante banal, ele se diz estar ali por causas justas, eu não quis o escutar, apenas lhe disse: o tempo é precioso não o desperdice mostrando-o para outros da sua capaz banalidade, ele simplesmente se pois ao lugar correto, mostrando-se uma feição invejosa, ao decorrer do percurso não encontrei ninguém que pudesse me dar respostas que precisava, respirei fundo e não desisti adiante continuei, voltei aos olhos e ele sorriu pra mim com o aquele verde esperançoso e cintilante, me agradeceu e me disse que ele não saberia como me retribuir, mas que seria fiel a mim de tais maneiras que me surpreender já não seria preciso, assim, minha performa-se inteira suspirou, resolvi me fitar fixamente ao espelho e me perguntar, por que to perdendo meu tempo vendo as mesmas coisas tendo as mesmas duvidas, o erro esta no espelho? Ele apenas me refletiu por fora e por ser concreto não se compara ao abstrato que se podia ter entendido.

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